
Num
mundo caracterizado pela globalização, falar das nossas crianças não diz
respeito apenas às da nossa família ou do nosso país. O termo que as designa
refere-se ao panorama mundial – a aldeia global -, onde se notam aspectos
positivos e muitos outros profundamente negativos.
Entre
estes, parece que o mundo dos adultos civilizados cultiva uma espécie de receio
pelo nascimento de mais crianças, como se isso fosse o verdadeiro busílis de
todas as questões planetárias, em detrimento da falta de sentido de vida e do
egoísmo dos mesmos adultos.
Alguns
gostariam que elas fossem tão só uma forma de
“biblot” de adorno de um lar, ou talvez melhor, o efeito aprazível
da vontade de um homem ou duma mulher (mais desta do que daquele) que se
deleitam em chamar sua a uma criança que ajudaram a gerar. Não, porém,
consequência natural e ecológica da vida em comum dum homem e duma mulher, que
se unem em matrimónio para constituir uma família, onde o nascimento dos
filhos aparece como o manancial normal duma relação íntima e amorosa.
São
esses os que, na última cimeira sobre a infância, patrocinada pelas Nações
Unidas, se sentiram derrotados por verem desaparecer o chamado direito aos serviços
de “saúde reprodutiva”, que acaba por se tornar, ao fim e ao cabo, numa espécie
de programa padrão, que ensina os adolescentes e as crianças a tratar o sexo
sobretudo como uma operação lúdica que se quer gratificante.
Para
o efeito, acena-se com a omnipresença do preservativo e dos anticonceptivos
como tábua de salvação e de conforto para o prazer, e o aborto como uma
possibilidade inevitável quando algum descuido obriga a uma adolescente
impreparada a reconhecer que se encontra grávida. O filho, ou os filhos, nesta
perspectiva, transformam-se num mal temível e indesejável. Os jovens olham o
sexo como uma brincadeira por excelência, seccionando-o da sua função
procriadora, perfeitamente nefasta nestes casos.
Conseguiram,
no entanto, que o termo família não se aplicasse apenas, como queriam os
Estados Unido, o Vaticano, países latinoamericanos e outros, à união
fundamentada “no casamento entre um homem e uma mulher” e também que fosse
esquecida a defesa da abstinência como o núcleo central da educação dos
adolescentes.

Kofi
Annam, Secretário das Nações Unidas, leu um relatório sobre a evolução do
mundo das crianças nos últimos dez anos, aproximadamente. Com satisfação se
registam progressos claros, mas as lacunas continuam a ser profundas.
Assim,
por exemplo: desde 1990, em 63 países houve uma redução de índice de
mortalidade infantil de cerca de um terço e em mais de 100
desceu até 20%. Morrem menos 3.000.000 de crianças anualmente; o índice
de poliomielite é 88% mais baixo e 82% das crianças estão escolarizadas, a nível
mundial. Até aqui, os progressos palpáveis.
Mas
há 11.000.000 de crianças que morrem, por ano, até aos cinco anos, por doenças
curáveis; 150.000.000 que padecem de má nutrição; 26% da população mundial
infantil não está vacinada; 13.000.000 ficaram órfãos, por causa da epidemia
da Sida e contagiam-se diariamente com esta doença cerca de 8.500 crianças e
jovens. Enfim, 120.000.000 de crianças não conhecem a escolaridade – com
predominância para as raparigas; 40% da população infantil (mais ou menos
600.000.000) vive com menos de um dólar por dia; nos países industrializados
(de acordo com a OIT), 1 em cada 6 crianças situa-se abaixo do limiar nacional
de pobreza; e 246.000.000 são vítimas de exploração laboral. Como fecho
muito triste: há mais de 300.000 crianças recrutadas como soldados.
Infelizmente,
esta cimeira não chegou a conclusões concretas ou a programas de realização
efectiva, embora enumere princípios com que pretende afrontar estas situações
tão injustas: objectivos a atingir quanto à nutrição, à promoção da saúde,
da educação e da supressão das piores formas do trabalho infantil.
As
crianças mereciam mais. Muitos dos adultos que mandam, porém, não conseguem
vislumbrar o horizonte para além do que lhes permite a tacanhez da sua visão
deformada pelos preconceitos. Oxalá que as boas vontades de muitas instituições
privadas e dos poderes públicos consigam amparar com mais sentido humano quem,
por ser agora o mais carente e desprotegido – e até combatido – grupo etário
da sociedade mundial, constitui, por seu turno, a melhor garantia do seu futuro.
Rui Rosas da Silva
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BREVES
ABORTO
VIRÁ DA UNIÃO EUROPEIA?
Depois
da coligação governamental se ter comprometido a não viabilizar leis que se
contraponham ao resultado do referendo do aborto, talvez o perigo venha do
Parlamento Europeu. No passado dia 4 de Junho foi votado na “Comissão dos
Direitos da Mulher e da Igualdade de Oportunidades” desse Parlamento o chamado
relatório “Van
Lancker” sobre “direitos em matéria de saúde sexual e reprodutiva”. O
relatório recomenda que “a interrupção voluntária da gravidez seja legal,
segura e universalmente acessível” em toda a U.E.. Por outras palavras,
recomenda a liberalização do aborto. O relatório será votado no Parlamento
Europeu em Julho.
A
deputada do PSD Regina Bastos, que propôs 30 alterações e votou contra o
relatório referiu que “o relatório ignora o princípio da subsidariedade
segundo o qual a União Europeia se deve abster de intervir no que é competência
dos Estados-Membros, sendo manifesto e notório que versa sobre matérias da
exclusiva competência de cada um dos Estados-Membros, como são as políticas
de saúde e de justiça, que escapam claramente à esfera de competência da União
Europeia”.
Sublinhou
também que “este relatório não é um texto legislativo”. Com efeito,
acrescentou, “trata-se de um 'relatório de iniciativa' e não de uma proposta
da Comissão Europeia. O que quer dizer que a Deputada belga do Partido
Socialista Europeu autora do relatório decidiu, de acordo com a sua própria
agenda política, apresentar este tema para elaboração do dito relatório. É
uma iniciativa ditada por razões da sua política interna e sem relevância
legislativa”.
“Para
além de constituir uma clara ingerência, o relatório ignora, deliberada e
ostensivamente, a vontade popular expressa de forma livre e democrática nos
referendos sobre a despenalização do aborto, realizados em alguns
Estados-Membros, como por exemplo Portugal”.
Para
a Deputada Regina Bastos não há dúvidas que “o objectivo da aprovação
deste relatório, cuja votação em sessão plenária está prevista para o próximo
mês de Julho, é o de constituir um meio de pressão no sentido de trazer de
novo para a agenda política dos Estados-Membros, nomeadamente de Portugal, a
discussão sobre o aborto”.
EM
DEFESA DO ABORTO CLANDESTINO
Um
artigo do jornal “Público” de 6 de Março de 2002 informa-nos que “O
julgamento da Maia e os que se anunciam para Setúbal e Viana do Castelo,
envolvendo a prática de aborto, podem ter efeitos negativos para as mulheres
que optem pela interrupção voluntária da gravidez (IVG).” Quais serão os
efeitos negativos? A morte dos filhos? Os graves problemas de saúde física e
mental que terão por fazerem o aborto? Não. O Dr. Duarte Vilar, director
executivo da Associação para o Planeamento da Família (APF) informa-nos do
“perigo” iminente: “A condenação da parteira da Maia e outras que se
sucedam vão originar uma retracção da oferta, porque o receio aumenta, o que
dificultará uma IVG.” E assim ficamos a saber que condenar parteiras que façam
abortos clandestinos é algo de negativo pois pode originar “retracção da
oferta” porque “o receio aumenta” e assim dificulta-se a “IVG”.
É
bem sabido que a APF é talvez a associação que mais se bate pela legalização
do aborto em Portugal, nomeadamente através do “trabalho” que desenvolve no
Parlamento (veja-se por exemplo o seu site na Internet). Também é sabido que a
APF é a delegação portuguesa da IPPF, a organização que mais promove o
aborto em todo o mundo. Mas não era costume dizerem-nos que era preciso
legalizar o aborto pois o clandestino matava “milhares” de mulheres? Afinal
de contas o objectivo é legalizar o aborto ou o aborto em si?
E
TAMBÉM EM DEFESA DO ABORTO
Os
jornais de 14 e 15 de Maio noticiaram que o movimento “Cidadãos pelo Serviço
Nacional de Saúde dos Cidadãos” se propõe criar uma conta bancária para
ajudar grávidas necessitadas. Pelos vistos, 100 “almas generosas”, entre as
quais Helena Roseta e Francisco Louçã, propõem-se ajudar quem precisa. Como?
Dando apoio que lhes permite melhorar as suas condições? Uma ajuda económica
que permita as famílias necessitadas terem e educarem os filhos de forma digna?
Não. Financiando viagens ao estrangeiro para as senhoras pobres poderem
abortar. É caso para perguntar: mas afinal andam preocupados com a pobreza ou
com que muitas abortem? Contado, não se acredita.
ABAIXO ASSINADO CONTRA PUBLICIDADE AO ABORTO
A
Associação Vida Universitária entregou no dia 1 de Junho, Dia Mundial da
Criança, cerca de 600 assinaturas a pedir que os jornais “Público”,
“Correio da Manhã” e “24 Horas” deixem de publicar anúncios de clínicas
abortistas espanholas. A recolha de assinaturas continua a decorrer. Mas informação
no site dos Juntos pela Vida: go.to/juntospelavida .
AINDA A RU-486
Segundo
o “Washinghton Post” de 18 de Abril, a empresa que produz a pílula abortiva
RU-486 nos E.U.A. enviou uma carta a informar os médicos de que seis mulheres
que tomaram essa pílula desenvolveram doenças graves nos dias subsequentes.
Duas morreram. A carta alega que não foi estabelecida uma relação causal
entre o uso do fármaco e as mortes, mas o facto é que se deram ao trabalho de
prevenir os médicos.
Nos
finais de 2001, na China, a Agência Estatal do Medicamento proibiu a venda da
RU-486 nas farmácias, mesmo com receita médica, devido à quantidade de
problemas que surgiram nos hospitais devido ao seu uso (Aceprensa, 148/01, Out.
2001).
NOVO PROGRAMA DE TV
“Evangelho da Vida” é o título da Encíclica sobre a
defesa da vida humana do Papa João Paulo II. É também o nome de um novo
programa produzido e transmitido pelo canal Canção Nova (TV Cabo, canal 40)
todos os Domingos às 24h00, segundas-feiras às 22h00, e terças-feiras às
14h30. O programa é realizado pelos Padres Nuno Serras Pereira e Duarte da
Cunha, há muito envolvidos na defesa da vida humana. Apresentará entrevistas e
debates em torno dos temas tratados na Encíclica: o valor da vida humana,
aborto, eutanásia, bioética, família, sexualidade, etc. A não perder.
Visite
o site dos Juntos pela Vida na Internet: go.to/juntospelavida
|
Boletim informativo da Associação Juntos pela Vida * Correspondência: Apartado nº 52055, E.C. de Campo Grande, 1721-501 Lisboa * Tel.: 21 396 8567 * Correio electrónico: juntospelavida@gmail.com * WWW: http://go.to/juntospelavida * Editor: Miguel Pupo Correia * Colaboradores: João Araújo, Margarida Brito Correia, Maria Furtado, João Loureiro, Teresa André Loureiro, Vítor Rodrigo * Concepção gráfica: Paulo Emiliano * Pode ser reenviado, impresso e copiado |
ABORTO: INSANIDADE E DESINTERESSE
De
igual modo a proposta de resolução da autoria da deputada Helena Roseta, que
hoje se discutirá no parlamento, onde dificilmente se descortina mais do que
uma total incompreensão da função da lei penal e a vontade deliberada de
montar uma armadilha política, vem uma vez mais tornar claro que os abortistas
visam os efeitos e não se preocupam com as causas.
Em
lugar de se preocupar com o estado do planeamento familiar em Portugal (onde não
saímos do estádio dos chavões e da irresponsabilidade) e com a urgente mudança
do paradigma imposto na educação sexual (na verdade o modelo já testado em
tantos países europeus além de não ter produzido os efeitos desejados,
conduziu a uma situação de tal modo grave que obrigou mesmo o
primeiro-ministro britânico a suspendê-la), as organizações que mais não
sabem que oferecer o aborto a jovens abandonadas a si mesmas e mulheres em dificílimas
condições sociais, desresponsabilizam o Governo e o Parlamento, na medida em
que se satisfazem com um simples encolher de ombros perante os problemas
culturais, sociais e económicos, levantados por esta questão.
Em
vez disso a sociedade civil portuguesa reage: desde Junho de 1998 contam-se já
em duas dezenas as associações e iniciativas que pelo país inteiro abriram
casas de acolhimento para grávidas e crianças, disponibilizam linhas telefónicas
de apoio e editam diversos materiais de informação, promovem acções de formação
em planeamento familiar e educação sexual e, hoje, se dedicam a acompanhar as
mulheres vitimas deste flagelo e que se debatem na angústia, feridas no seu
corpo e na sua dignidade.
Neste
especial capítulo saúde-se a intenção, expressa em programa do Governo, de
finalmente apoiar estas iniciativas sociais, possibilitando-lhes mais meios e
sobretudo que quem necessite encontre quem ajude.
Este
no entanto é um trabalho invisível nos meios de comunicação social. Uma
qualquer iniciativa dos abortistas (um colóquio, um manifesto assinado pelas
vinte personalidades de serviço, uma conta bancária) dão sempre origem a páginas
inteiras e chamadas na primeira página. Quanto muito e no máximo umas linhas
reproduzem alguma das declarações de quem pensa diferentemente sobre esta
questão. Mas, ontem contra a escravatura e a pena de morte, hoje pelo direito
à vida e pela dignidade da mulher, essa sempre foi a condição de quem se bate
pelos Direitos Humanos: a oposição à mentalidade dominante traz a censura dos
bem-pensantes mas o coração dos homens acaba sempre por reconhecer a beleza da
vida e a necessidade da justiça.
António
Pinheiro Torres
Fundador dos Juntos pela Vida, deputado independente pelo PSD
in
“Público”, 19 de Maio de 2002
Divulgue
o site dos Juntos pela Vida na Internet: go.to/juntospelavida
RETIROS
DA “VINHA DE RAQUEL”
UM
TESTEMUNHO
Tive
conhecimento dos “Retiros Vinha de Raquel” através de uma palestra que
assisti, no Seminário dos Olivais, de um Padre americano, Peter West.
Nessa
altura ainda não existiam esses Retiros em Portugal mas foi falado que
brevemente iria haver. Lembro-me ter pensado “que bom isto é para as mulheres
que abortaram”. Jamais pensei que seria bom para mim.
No
entanto, como havia demonstrado interesse sobre o assunto e deixado o meu
contacto com os futuros organizadores, estes telefonaram-me.
Houve
uma explicação prévia telefónica por parte dos coordenadores sobre alguns
pormenores do Retiro. Nessa altura, foi-me questionado directamente se havia
estado envolvido em algum aborto ao que respondi afirmativamente.
Sem
saber muito bem ao que ia pensei “talvez possa ajudar as pessoas que vão
estar no Retiro”.
Com
a Homilia da primeira Missa do Retiro, comecei desde logo a perceber a minha
necessidade pessoal de ali estar.
Senti-me
muito acolhido por todos desde o primeiro momento; ainda tive a sorte de estarem
cá alguns dos responsáveis americanos deste projecto; Monsenhor MacGuiness, a
Michelle e a Barbara Cullen.
O
Padre Gomes, um dos padres presentes, impressionou-me muito com toda a sua
compaixão; senti que ele experienciava do meu sofrimento, teve uma atitude de
escuta, de não julgamento e partilhava da minha dor. Senti o Amor de Deus através
dele.
Alguns
dos exercícios psicológicos foram muito difíceis para mim, nomeadamente a
materialização da culpa que sentia, que era feita através de uma pedra que
carregava durante o Retiro.
Antes
de participar neste retiro vivia “normalmente”, tentava não me lembrar de
nada que tivesse ligado a Aborto.
Na
Missa que semanalmente assistia, na altura de pedir as intenções lembrava-me
sempre do António. António era o nome que havia atribuído ao meu filho não
nascido, mesmo antes do retiro. Daí que, quando no retiro se escolhe um nome e
se faz a homenagem aos nossos filhos não nascidos, não fosse novidade para
mim.
Vivia
o crime que cometi o mais escondido possível mas às vezes sem saber porquê a
tristeza assolava o meu coração e a dor era indiscritível. Passado momentos,
tinha de pegar em todas as minhas energias e calar o choro à força. Apesar de
todos esses sentimentos, tinha ao mesmo tempo medo de voltar a cometer o mesmo
erro.
Tentava
ir sempre a todas as sessões Pró-Vida, sentia necessidade de defender a Vida e
de tentar evitar que outras pessoas passassem pela mesma experiência de dor que
eu e mãe do António havíamos passado.
O
facto de no Retiro partilharmos os nossos sentimentos, que são comuns, e de
sentir a empatia de todos os que nos ouvem, foi muito importante para mim.
Vivenciei o Retiro de uma forma muito íntima.
A
minha relação com Cristo antes do Retiro, era uma relação inconstante por
vezes a minha fé esmorecia. Agora sinto-me verdadeiramente perdoado, mais livre
e por isso mais próximo de Deus. Sinto que enquanto estiver com Deus se eu não
Lhe falhar, não falharei comigo mesmo.
Houve
vários momentos muito intensos; a Adoração ao Santíssimo, nessa altura
senti-me verdadeiramente próximo de Deus e a Cerimónia onde li uma carta ao
António.
Na
Cerimónia de Homenagem, senti a necessidade de estar acompanhado por alguém
que me fosse íntimo. Ainda telefonei para a mãe do António, mas acabei por
estar sozinho.
O
balanço que faço do Retiro é que sinto-me hoje, muito mais forte, sinto que não
irei cair noutra situação de aborto. Agora tenho a certeza que fui perdoado
pelo meu filho. Aliviou substancialmente o meu sentimento de culpa.
Uma
das questões que mais me atormentava era “como fui capaz de participar num
aborto”. Agora sei que o António está com Deus, comunga da Perfeição de
Deus e que reza por mim. Todo o Retiro foi para mim um Baptismo.
Recomendo
este Retiro a todos os que possam ter estado envolvidos com o aborto, mas
especialmente aos pais e mães dos bebés que não nasceram, vítimas de aborto.
No
intervalo dos exercícios, foi-me possibilitado tempo para gerir como
entendesse. Cada participante tem uma pessoa da equipa ao dispor para o
acompanhamento individual. Aproveitei estes momentos para passá-los com o
Monsenhor Macguiness e com isso estabeleci uma relação de confiança que me
foi muito útil. O sacramento da reconciliação foi também muito importante
para mim.
O Retiro da “Vinha de Raquel” é organizado pelo Serviço de Defesa da Vida do Patriarcado de Lisboa (Pastoral da Família) e realiza-se periodicamente. Para mais informações contactar: Drª Ana Barquinha, Tel. 91 735 4602 – vinhaderaquel@email.com – www.rachelsvineyard.org
Precisamos
de chegar a muito mais gente! Envie-nos endereços de correio electrónico de
pessoas que tenham interesse em receber informações nossas para:
juntospelavida@gmail.com
ASSOCIAÇÃO
PORTUGUESA DE
FAMÍLIAS
NUMEROSAS
A
APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas foi criada há pouco mais
de três anos, por iniciativa de um grupo de casais com três ou mais filhos,
para:
-
Defesa dos legítimos interesses das famílias numerosas, designadamente em matéria
fiscal, de habitação, saúde e educação;
-
Promoção de acções de solidariedade e apoio mútuo entre famílias
numerosas;
-
Obtenção de facilidades e descontos para os associados;
-
Desenvolvimento de iniciativas de carácter sócio-cultural e de divulgação
dos valores da família.
Para
se ser sócio, basta estar à espera do terceiro filho, inscrever-se e pagar uma
quota anual de 25 EUR.
Não
é necessário que os filhos sejam menores. O nosso casal “mais experiente”
tem 84/82 anos, 13 filhos, 45 netos e já vai numa “mão cheia” de bisnetos.
As
nossas acções têm sido:
1
- Divulgação dos nossos objectivos e valores da família, através de uma
chuva permanente de comunicados e cartas sobre a comunicação social, que tem
respondido publicando algumas e pedindo a nossa colaboração/participação em
vários programas.
2
- Realização frequente de conferências sobre diversos assuntos que nos
afligem, como educação, fiscalidade, saúde, habitação, etc, onde são
convidados especialistas sobre a matéria.
3
- Publicação do nosso Boletim, sobre assuntos da actualidade.
4
- Publicação de Cadernos, onde são tratados assuntos específicos.
5
- Pressão sobre as entidades políticas, através de “chuva de comunicados”
e marcação de reuniões/entrevistas.
6
- Pedido de facilidades para sócios junto de empresas.
Já
obtivemos os seguintes resultados:
1
- Crescente número de sócios, quase a ultrapassar os 1300.
2
- Crescente visibilidade pública e capacidade reinvindicativa. O termo “famílias
numerosas” entrou no léxico português.
3
- Inclusão de muitas das medidas por nós propostas no programa do actual
Governo, algumas das quais já em fase de implementação, sobretudo no que diz
respeito à educação.
4
- Adopção do nosso programa familiar para os municípios por Sintra e Coimbra,
estando vários outros em vias de o anunciar publicamente. Destacam-se a adopção
da tarifa familiar da água, bilhetes de família e passes familiares.
Para
se inscrever, basta imprimir a ficha de inscrição que está no nosso site em
http://www.apfn.loveslife.com e enviá-la com o cheque de 25 EUR para a nossa
sede.
Já
agora, aproveite para ver as facilidades a que terá direito, assim como as edições
electrónicas do Boletim e dos Cadernos.
Não
tenha medo! Não iremos pedir que trabalhe na associação. Não iremos pedir
parte do seu tempo. Ele é tão necessário à sua família! Mas se quiser
colaborar também, agradecemos! E basta divulgar a APFN entre amigos e
conhecidos, para colaborar bastante.
Se
tem 3 ou mais filhos e ainda não é sócio, está a perder dinheiro! Veja as
facilidades que já existem e que ainda não está a usar! Em caso de dúvida,
contacte-nos, por email, telefone, carta ou fax.
Morada:
APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas; Trav. do Possolo, 11, 3º;
1350-252 Lisboa
Telem:
917 219 197 – Fax: 213 979 681
Internet:
http://www.apfn.loveslife.com
Fernando Castro, Presidente da Direcção
|
BOLETIM DE SUBSCRIÇÃO Nome:
_________________________________________________________ Telefone: ______________ [__]
Desejo receber o boletim durante 1 ano (6 números) pelo que envio a
quantia de
4
€.
Pode
fazer a assinatura de duas formas:
·Pelo
correio: Envie
a ficha para Apartado nº 52055, E.C. de Campo Grande, 1721-501 Lisboa,
acompanhado por cheque ou vale postal à ordem de "Juntos pela
Vida".
·Pelo
Multibanco: Faça uma transferência no Multibanco para o NIB 0035.0197.00016373230.27
(seleccionar “Transferências” e “Transferência interbancária”).
Após a transferência diga-nos o seu nome, data e valor da transferência
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