Riscos do aborto
O aborto é uma intervenção muito perigosa. Mesmo quando feito em hospitais e com todas as condições o resultado é este:
"Poucos riscos em obstetrícia são tão certos como aqueles a que a grávida se expões quando aborta após a décima quarta semana de gravidez."
Cf. Duenhoelter & Grant, "Complications Following Prostaglandin F-2A Induced Midtrimester Abortion," Amer. Jour. OB/GYN, vol. 46, no. 3, Sept. 1975, pp. 247-250.
E mais estes:
Para ajudar à festa, durante o aborto o bebé SOFRE HORRIVELMENTE:
"(...)logo que o mecanismo da dor aparece no feto - possivelmente 45 dias após a fecundação - os métodos usados para abortar vão-lhe causar dor. A dor é tanto mais profunda e persistente quanto mais tardio for o aborto. É mais severa e prolongada no caso de o método usado ser envenenamento por solução salina... Eles padecem numa agonia de morte."
Cf. Noonan, "The Experience of Pain," In New Perspectives on Human Abortion, Aletheia Books, 1981, p. 213.
E ainda:
"Quando os médicos começaram a invadir o útero, não sabiam que o bebé não nascido reagiria à dor como qualquer criança nascida. De forma alguma o bebé não nascido apareceu como um vegetal, tal como muitas vezes tinha sido pintado; o bebé dentro do útero sabe perfeitamente quando é magoado e reage tão violentamente como qualquer bebé num berco." Dr. A. Liley, Prof. of Fetology, University of Aukland, New Zealand.
As mulheres sujeitam-se a estes riscos e sujeitam os seus filhos a estas torturas por quê? Em nome de quê? Segundo um estudo da organização Women Exploited by Abortion, é pelas seguintes razões:
Os pró-aborto começaram sempre por defender o aborto em casos extremos e dramáticos (violação, deficiências gravíssimas). Como se vê, ou o resultado não foi o pretendido, ou pretendia-se o que não se pedia!
As complicações psicológicas que se seguem ao aborto são:
Cf. POST-ABORTION SYNDROME: An Emerging Public Health Concern Portsmouth, NH, Anne C. Speakhard, Ph.D., Vincent M. Rue, Ph.D. (1991).
Para terminar, uma chamada de atenção: o aborto não é inaceitável pelo facto de ser muito perigoso, pelo facto de o bebé sofrer horrivelmente ou pelo facto de arrasar a mulher que aborta. Todas estas razões são SUFICIENTES para tornar o aborto inaceitável mas, contudo, não são razões NECESSÁRIAS. Ainda que o aborto fosse seguro como apanhar flores, ainda que o bebé abortado se deliciasse como quem come chocolate, ainda que a mulher abortada ficasse profundamente realizada e feliz, o aborto seria sempre o triunfo de uma pessoa forte sobre uma inocente, frágil e completamente indefesa: sem outra justificação que não a força!
João Araújo